O presente artigo percorre diferentes momentos da obra de Lacan em que se conceitua o estádio do espelho. Também se analisam as contribuições de Wallon, em contraponto com a retomada lacaniana. Destaca-se a importância da distinçäo entre imaginário e simbólico, que permite situar o eu ideal e o ideal do eu a partir do esquema óptico. Introduz a razões que levaram Lacan a ir mudando a conceituaçäo de "a", inicialmente situado na dimensäo narcísica e alienante, característica do imaginário, mais tarde ancorado pelo Outro do simbólico, até o giro do Seminário 11, em que Lacan destaca o resto näo especularizável do objeto e o enlaça com o auto-erotismo e o objeto pulsional, denominando-o objeto a
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Gueller, Adela Stoppel de
A ilusäo especular
En: ide. -- Vol. 29, no. 42 (2006). -- Säo Paulo : SBPSP, [s.f.]
O presente artigo percorre diferentes momentos da obra de Lacan em que se conceitua o estádio do espelho. Também se analisam as contribuições de Wallon, em contraponto com a retomada lacaniana. Destaca-se a importância da distinçäo entre imaginário e simbólico, que permite situar o eu ideal e o ideal do eu a partir do esquema óptico. Introduz a razões que levaram Lacan a ir mudando a conceituaçäo de "a", inicialmente situado na dimensäo narcísica e alienante, característica do imaginário, mais tarde ancorado pelo Outro do simbólico, até o giro do Seminário 11, em que Lacan destaca o resto näo especularizável do objeto e o enlaça com o auto-erotismo e o objeto pulsional, denominando-o objeto a