Este trabalho, utilizando-se de uma metáfora sobre a roupa do analista, busca fazer um apanhado da trajetória interna que leva o analista a poder vestir-se com suas próprias roupas, ou seja, ir progressivamente desenvolvendo um modo próprio de ser analista, a partir da desidealizaçäo de certos modelos. Ressalta também a importância dos modelos inspiradores na aquisiçäo de uma identidade analítica e articula isto com uma discussäo sobre a situaçäo dos analistas em formaçäo pelos Institutos filiados à IPA no que isto tem de determinante na construçäo da possibilidade de exercer-se enquanto analista
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Muszkat, Susana
Com que roupa que eu vou?
En: Jornal de Psicanálise. -- Vol. 38, no. 69 (2005). -- Säo Paulo : Instituto de Psicanálise, [s.f.]
Este trabalho, utilizando-se de uma metáfora sobre a roupa do analista, busca fazer um apanhado da trajetória interna que leva o analista a poder vestir-se com suas próprias roupas, ou seja, ir progressivamente desenvolvendo um modo próprio de ser analista, a partir da desidealizaçäo de certos modelos. Ressalta também a importância dos modelos inspiradores na aquisiçäo de uma identidade analítica e articula isto com uma discussäo sobre a situaçäo dos analistas em formaçäo pelos Institutos filiados à IPA no que isto tem de determinante na construçäo da possibilidade de exercer-se enquanto analista