Nesta conferência, Fédida discute o conceito de formaçäo na análise retomando o sentido original que a noçäo de formaçäo, de Bildung, assumiu no pensamento freudiano. A palavra formaçäo despe-se de acepções pedagógicas e normativas ao ser referida à concepçäo freudiana de formaçäo de sintoma. O autor leva-nos a refletir sobre a questäo da formaçäo na análise, assim como do que pode ser uma formaçäo psicanalítica, a partir da consideraçäo de que todo sintoma é uma formaçäo teórica, uma teoria da qual o sujeito perdeu a possibilidade de decifraçäo, um saber teórico inédito e singular que implica transferencialmente um interlocutor intrapsíquico que o constitui
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Fédida, Pierre
Teoria da formaçäo na cura analítica
En: Jornal de Psicanálise. -- Vol. 38, no. 69 (2005). -- Säo Paulo : Instituto de Psicanálise, [s.f.]
Nesta conferência, Fédida discute o conceito de formaçäo na análise retomando o sentido original que a noçäo de formaçäo, de Bildung, assumiu no pensamento freudiano. A palavra formaçäo despe-se de acepções pedagógicas e normativas ao ser referida à concepçäo freudiana de formaçäo de sintoma. O autor leva-nos a refletir sobre a questäo da formaçäo na análise, assim como do que pode ser uma formaçäo psicanalítica, a partir da consideraçäo de que todo sintoma é uma formaçäo teórica, uma teoria da qual o sujeito perdeu a possibilidade de decifraçäo, um saber teórico inédito e singular que implica transferencialmente um interlocutor intrapsíquico que o constitui
1. SINTOMA; 2. FORMAÃÃO PSICANALITICA; 3. FORMAÃÃO DO SINTOMA