A autora parte de uma frase de Freud onde ele aponta o desamparo e prematuridade com que o ser humano vem ao mundo como a fonte originária da comunicaçäo e dos motivos morais. A partir disto, desenvolve uma reflexäo a respeito das vicissitudes do trabalho analítico com uma analisanda, ressaltando a maneira peculiar com que ela evita entrar em contato com seus sentimentos de desamparo e exclusäo e as conseqüências deste funcionamento para sua vida e no processo analítico
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Bilenky, Marina Kon
Uma vida em eclipse
En: Jornal de Psicanálise. -- Vol. 37, no. 68 (2004). -- Säo Paulo : Instituto de Psicanálise, [s.f.]
A autora parte de uma frase de Freud onde ele aponta o desamparo e prematuridade com que o ser humano vem ao mundo como a fonte originária da comunicaçäo e dos motivos morais. A partir disto, desenvolve uma reflexäo a respeito das vicissitudes do trabalho analítico com uma analisanda, ressaltando a maneira peculiar com que ela evita entrar em contato com seus sentimentos de desamparo e exclusäo e as conseqüências deste funcionamento para sua vida e no processo analítico