A relaçäo analítica em compasso com o homem


  En: Jornal de Psicanálise. -- Vol. 36 (66/67, 2003). -- ,

  Tomando em consideraçäo o tema O homem e a adversidade, as autoras däo ensejo a uma reflexäo sobre as adversidades também encontradas na clínica psicanalítica. Buscam problematizar o campo e a natureza da relaçäo analítica, entendendo essa como uma experiência singular vivida em mäo dupla, no tempo e no espaço, entre analisando e analista. Enfatizam que a linguagem analítica é a linguagem que promove experiência, com condições de produzir afetos. E, sendo o corpo a realidade primária da vida psíquica, acreditam ser uma das funções fundamentais favorecer um diálogo entre a corporeidade e a vida psíquica. Assim como A. Ferrari, concebem a experiência analítica como um sistema auto-interpretante, pois consideram a mobilizaçäo desse diálogo como um elemento importante, sem a necessidade de verificaçäo no mundo externo. Nos últimos anos, têm observado em sua clínica uma acentuada inversäo entre corpo e mente. É essa que delimita a conformaçäo do próprio corpo e näo as experiências corporais que evocam e demandam uma infinidade de experiências afetivas. Nesse momento citam os casos de anorexia e bulimia. Em relaçäo às adversidades no mundo contemporâneo, as autoras perguntam se, de fato, "a guerra é um estado de exceçäo, uma variável täo adversa do humano, já que essa faz parte de sua própria constituiçäo

  1. 
LINGUAGEM
; 2. 
CORPO
; 3. 
RELAÃÃO ANALISTA-PACIENTE
I.
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Marmo, Paola
A relaçäo analítica em compasso com o homem
En: Jornal de Psicanálise. -- Vol. 36 (66/67, 2003). -- Säo Paulo : Instituto de Psicanálise, [s.f.]

Tomando em consideraçäo o tema O homem e a adversidade, as autoras däo ensejo a uma reflexäo sobre as adversidades também encontradas na clínica psicanalítica. Buscam problematizar o campo e a natureza da relaçäo analítica, entendendo essa como uma experiência singular vivida em mäo dupla, no tempo e no espaço, entre analisando e analista. Enfatizam que a linguagem analítica é a linguagem que promove experiência, com condições de produzir afetos. E, sendo o corpo a realidade primária da vida psíquica, acreditam ser uma das funções fundamentais favorecer um diálogo entre a corporeidade e a vida psíquica. Assim como A. Ferrari, concebem a experiência analítica como um sistema auto-interpretante, pois consideram a mobilizaçäo desse diálogo como um elemento importante, sem a necessidade de verificaçäo no mundo externo. Nos últimos anos, têm observado em sua clínica uma acentuada inversäo entre corpo e mente. É essa que delimita a conformaçäo do próprio corpo e näo as experiências corporais que evocam e demandam uma infinidade de experiências afetivas. Nesse momento citam os casos de anorexia e bulimia. Em relaçäo às adversidades no mundo contemporâneo, as autoras perguntam se, de fato, "a guerra é um estado de exceçäo, uma variável täo adversa do humano, já que essa faz parte de sua própria constituiçäo

1. LINGUAGEM; 2. CORPO; 3. RELAÃÃO ANALISTA-PACIENTE I. Romano, Fausta
Solicitante: