Este artigo pretende reconstruir a narrativa de uma análise, que se deu a partir do processo de elaboraçäo après-coup realizado em meio à escrita de um relatório clínico, cujas reflexões encontram-se apoiadas na teoria do romance moderno, desenvolvida pelos filósofos T. W. Adorno e W. Benjamin, e nos contos analíticos de F. Herrmann. A trama e a urdidura da análise/narrativa foram apresentadas em três tempos entrelaçados entre si, para cuja reflexäo contribuiu a leitura de alguns autores pós-freudianos: o tempo do desamparo, o tempo da paixäo e o da sedimentaçäo. Como em um movimento em espiral, este último é apresentado como um momento que fora capaz de conservar, mas também de superar os dois tempos anteriores, graças ao qual a paciente pode construir nova capital e habitar mais plenamente o campo do desejo.
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Amaral, Mônica G. T. do
O jogo lúdico da lembrança e do esquecimento no processo de re-construçäo da narrativa de uma análise
En: Jornal de Psicanálise. -- Vol. 35 (64/65, 2002). -- Säo Paulo : SBPSP. Instituto de Psicanálise, [s.f.]
Este artigo pretende reconstruir a narrativa de uma análise, que se deu a partir do processo de elaboraçäo après-coup realizado em meio à escrita de um relatório clínico, cujas reflexões encontram-se apoiadas na teoria do romance moderno, desenvolvida pelos filósofos T. W. Adorno e W. Benjamin, e nos contos analíticos de F. Herrmann. A trama e a urdidura da análise/narrativa foram apresentadas em três tempos entrelaçados entre si, para cuja reflexäo contribuiu a leitura de alguns autores pós-freudianos: o tempo do desamparo, o tempo da paixäo e o da sedimentaçäo. Como em um movimento em espiral, este último é apresentado como um momento que fora capaz de conservar, mas também de superar os dois tempos anteriores, graças ao qual a paciente pode construir nova capital e habitar mais plenamente o campo do desejo.
1. DESAMPARO; 2. POSTERIORIDADE; 3. CASO CLINICO; 4. PAIXÃO