O jogo lúdico da lembrança e do esquecimento no processo de re-construçäo da narrativa de uma análise


  En: Jornal de Psicanálise. -- Vol. 35 (64/65, 2002). -- ,

  Este artigo pretende reconstruir a narrativa de uma análise, que se deu a partir do processo de elaboraçäo après-coup realizado em meio à escrita de um relatório clínico, cujas reflexões encontram-se apoiadas na teoria do romance moderno, desenvolvida pelos filósofos T. W. Adorno e W. Benjamin, e nos contos analíticos de F. Herrmann. A trama e a urdidura da análise/narrativa foram apresentadas em três tempos entrelaçados entre si, para cuja reflexäo contribuiu a leitura de alguns autores pós-freudianos: o tempo do desamparo, o tempo da paixäo e o da sedimentaçäo. Como em um movimento em espiral, este último é apresentado como um momento que fora capaz de conservar, mas também de superar os dois tempos anteriores, graças ao qual a paciente pode construir nova capital e habitar mais plenamente o campo do desejo.

  1. 
DESAMPARO
; 2. 
POSTERIORIDADE
; 3. 
CASO CLINICO
; 4. 
PAIXÃO
0 Ejemplar
U. Info. Inventario S.T. / Ubicación Estado de Disponibilidad Tipo de Préstamo

Para contactarnos:
Lunes a Viernes de 9 a 17 hs.
Maure 1850 2do. piso, (C1426CUH)
Buenos Aires - Argentina
Teléfonos: 4775-7867 o 4775-7985 interno 20
E-Mail: biblioteca@apdeba.org

Formulario para Solicitud de Material

Amaral, Mônica G. T. do
O jogo lúdico da lembrança e do esquecimento no processo de re-construçäo da narrativa de uma análise
En: Jornal de Psicanálise. -- Vol. 35 (64/65, 2002). -- Säo Paulo : SBPSP. Instituto de Psicanálise, [s.f.]

Este artigo pretende reconstruir a narrativa de uma análise, que se deu a partir do processo de elaboraçäo après-coup realizado em meio à escrita de um relatório clínico, cujas reflexões encontram-se apoiadas na teoria do romance moderno, desenvolvida pelos filósofos T. W. Adorno e W. Benjamin, e nos contos analíticos de F. Herrmann. A trama e a urdidura da análise/narrativa foram apresentadas em três tempos entrelaçados entre si, para cuja reflexäo contribuiu a leitura de alguns autores pós-freudianos: o tempo do desamparo, o tempo da paixäo e o da sedimentaçäo. Como em um movimento em espiral, este último é apresentado como um momento que fora capaz de conservar, mas também de superar os dois tempos anteriores, graças ao qual a paciente pode construir nova capital e habitar mais plenamente o campo do desejo.

1. DESAMPARO; 2. POSTERIORIDADE; 3. CASO CLINICO; 4. PAIXÃO
Solicitante: