A partir de uma análise cuja paciente impõe ao analista toda valência positiva do "ser nada", implícita na sintaxe de sua linguagem e na fala de palavras esvaziadas, o autor discute a questäo do afeto e do ponto de tocar. Aponta a funçäo-chave e indispensável desempenhada pelos "erros e falhas" do analista, cuja "mancada" pode atuar como interpretaçäo do desamparo. Entende tal interpretaçäo como uma "resposta" deslocada em relaçäo à que fora dada anteriormente à criança, caracterizada pela neutralidade por parte de seus pais. Ressalta o papel fundamental desempenhado pelos sonhos no tocar.
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André, Jacques
O ponto de tocar
En: Jornal de Psicanálise. -- Vol. 35 (64/65, 2002). -- Säo Paulo : SBPSP. Instituto de Psicanálise, [s.f.]
A partir de uma análise cuja paciente impõe ao analista toda valência positiva do "ser nada", implícita na sintaxe de sua linguagem e na fala de palavras esvaziadas, o autor discute a questäo do afeto e do ponto de tocar. Aponta a funçäo-chave e indispensável desempenhada pelos "erros e falhas" do analista, cuja "mancada" pode atuar como interpretaçäo do desamparo. Entende tal interpretaçäo como uma "resposta" deslocada em relaçäo à que fora dada anteriormente à criança, caracterizada pela neutralidade por parte de seus pais. Ressalta o papel fundamental desempenhado pelos sonhos no tocar.